segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

EFÊMERO ETERNO

     EFÊMERO ETERNO

Amor, estranho sentimento,
Discutida arma. Instrumento
Covarde para o torpe
Justificar ou matar.

Amor, que o sabemos só
Tarde, quando o falso é pó;
Só quando o grande esmorece
E a escuridão ficar.

Risca, num impulso forte,
Algo em folha de papel
Que, breve, é levado ao léu.

Natureza, que não esquece,
Resoluta, escreve em pedra
Que brilha em luz para o céu.

                                                Autor: José Lourenço de Queiroz
                                             (Inspirado no assassinato de Ângela Diniz em Búzios “por amor”)

2 comentários:

  1. Q profundo,heim!!!!!!!!!!!!!
    Gostei!!!!!!!!
    bjins!!!!!
    Si

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  2. Lourenço, dei uma parada hoje e passei aqui com bastante calma. Gostei. Parabéns.

    Continue.

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