EFÊMERO ETERNO
Amor, estranho sentimento,
Discutida arma. Instrumento
Covarde para o torpe
Justificar ou matar.
Amor, que o sabemos só
Tarde, quando o falso é pó;
Só quando o grande esmorece
E a escuridão ficar.
Risca, num impulso forte,
Algo em folha de papel
Que, breve, é levado ao léu.
Natureza, que não esquece,
Resoluta, escreve em pedra
Que brilha em luz para o céu.
Autor: José Lourenço de Queiroz
(Inspirado no assassinato de Ângela Diniz em Búzios “por amor”)
Q profundo,heim!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirGostei!!!!!!!!
bjins!!!!!
Si
Lourenço, dei uma parada hoje e passei aqui com bastante calma. Gostei. Parabéns.
ResponderExcluirContinue.